Palácio das Ilusões ( Mansfield Park- 1999)

939f2-208549_1020_apor Mariana Guarilha

Fanny Price foi tirada de sua família e levada para viver com parentes ricos aos doze anos por necessidade.Em Mansfield Park sua vida  não é fácil, já que  a bondade da família de sua filha limita-se a dar-lhe o mínimo necessário para viver. Sua tia e primos são indiferentes a ela, a exceção de Edmund, o filho mais jovem de Bertham.

Ao despertar as atenções de um jovem chamado Henry Crawford sua vida sobre uma guinada, com a pressão de seus tios para que ela aceite comprometer-se com ele. A irmã do mesmo, Mary Crawford parece cada vez mais interessada por Edmund, o que causa sentimentos contraditórios em Fanny.

A história é livremente inspirada no romance de Jane Austen, sendo o acréscimo mais notável a discussão sobre a escravidão. Edmund, apesar de confessar amar Fanny, está sempre discorrendo a respeito de que o amor pode ter várias formas, e o matrimônio não é a forma pela qual ama Fanny.

Quando se nega a casar-se com o libertino Crawford é mandada de volta a sua família de origem. Apesar de sua vontade de resistir as ordens do tio, a pobreza não lhe é mais familiar, e a forma em que vive sua mãe a assusta. Apesar do terror que lhe cause um matrimônio sem amor, a pobreza lhe aterroriza da mesma forma.

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O filme mostra como dificilmente os casamentos eram engendrados através do amor. Todos os relacionamentos apresentados são infelizes, a mãe de Fanny deixa claro para a filha que seu infortúnio se deu graças a um casamento por amor. Também suas tias não pareciam ter apreço pelos maridos apesar da bonança em que viviam.

Apesar de não ser uma das minhas produções de época favoritas, Palácio das ilusões teve como locação um dos lugares mais bonitos e interessantes a seu favor, a Kirby Hall. Com efeito a locação me chamou mais atenção que o argumento e o roteiro. Outro destaque foi o jovem James Purefoy interpretando o herdeiro Berthram e  Jonny Lee Miller como Edmund.

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Mary tinha razão, eu darei um clérigo aborrecido. 

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